Sem categoria

A Verdade sem Rodeios

Os animais utilizados nas práticas de rodeios sofrem flagrantes maus tratos, podendo-se rebater facilmente qualquer argumentação contrária, tendo se em vista que existem diversos laudos oficiais emitidos pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e do Instituto de Criminalística do Rio de Janeiro.

NÃO EXISTE RODEIO SEM CRUELDADE
Segundo Cadicha, do Instituto Cahon, ONG posicionada contra os rodeios em Sorocaba e algumas cidades da região, em Itapetininga já foi aprovada pela Câmara a proibição de Rodeios, só aguardando a sanção do Prefito. Em São Roque, o Prefeito é a favor da continuação de rodeios, e em Campinas tem vereador lutando para isso também. Em Sorocaba, a proibição a esta crueldade já é lei, mas alguns organizadores de rodeios a querem de volta e procuraram alguns vereadores e, segundo informações, 4 se posicionaram a favor.

PROPAGANDA ENGANOSA
O que você vê: O corajoso peão desfila sobre seu animal selvagem e feroz. Este se contorce e o peão mostra como é forte e dominador. Os desavisados acham que é por conta da bravura do peão.
O que realmente acontece: Os animais se contorcem e pulam porque estão desesperados de dor, pois estão sendo brutalmente torturados. Troque, então aquela imagem de animais corajosos e selvagens dominados pela imagem de animais extremamente mansos que estão desesperados de dor.

ARTEFATOS DA TORTURA
Sedém: Cinta que é amarrada na virilha do animal e o instiga a pular. Segundo peritos do Instituto de Criminalística do Rio de Janeiro, “o objeto comprime a região dos vazios do animal, provocando dor, pois ai existem órgãos como parte do intestino, bem como a região do prepúcio, onde aloja o pênis do animal”. Nos bovinos, o sedém passa sobre o pênis e nos equinos, sobre a porção anterior do prepúcio.
Esporas: Objetos pontiagudos ou não, acoplados às botas dos peões para golpear o animal na cabeça, no pescoço e baixo-ventre. Quanto maior o número de golpes com as esporas, mais pontos são contados na montaria.
Peiteiras: Corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo, bem atrás da axila, que causa forte pressão no animal e, consequentemente, ferimento e muita dor.
Polaco: Sinos colocados na peiteira para produzir um barulho altamente irritante ao animal, que se intensifica a cada pulo seu.
Acessórios:  pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol, colocados nos sedenhos ou sob a sela; pimenta e outras substâncias abrasivas (introduzidas no corpo do animal para causar um ardor insuportável quando em contato com cortes e outros ferimentos); choques elétricos e mecânicos aplicados nas partes sensíveis do animal; golpes e marretadas na cabeça.
Descorna:  O chifre dos bovídeos é “aparado” com um serrote, sem anestésico, para a realização de determinadas provas.