PersonAUlidades

#historiadosuper

Essa história super fofinha, eu vi quando estava fuçando o Instagram, e achei tão linda que tive que pedir permissão para @ericasuzumura para ela me deixar publicar…Eu sigo o @diariodeumamocinha, confesso, sou uma viciada inveterada por coisas super fofas do Instagram e vi esse texto e tive que compartilhar…Espero que vocês gostem  =^.^=

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“Eu sempre tive cachorro. Sempre. Pequeno, grande, “de raça”, vira-latas, já tive de tudo. E sempre no plural; dois, três, quatro. Mas há um tempo tinha tomado uma decisão; só teria um de cada vez. E em 2015 a “da vez” era a Nalu. Só ela estava ótimo.

Eu já era amiga da Dani Moreno quando ela postou uma foto do Super Dog. Não conhecia a sua historia, nem sabia da existência do Diário de uma Mocinha, nada. Era uma foto preto e branco da Julia beijando ele e a legenda “Que hoje seja o seu dia de sorte, meu amor”. E aquilo mexeu comigo. Fui atrás da historia dele, vi a violência, o resgate, a quase morte e a espera de mais de um ano pela adoção.
Eu sigo nas redes sociais, centenas de ongs de proteção animal, mas por algum motivo, o Super me emocionou demais. Chorei e arrastei a minha filha humana e a Nalu até o MIS na feirinha de adoção em que ele estaria. Cheguei a vê-lo de longe, mas o Super Dog já tinha sido adotado…6tag-43575135-1183329128682758786_43575135
Escrevi para a Dani contando tudo e desejando que o Super fosse feliz com a sua nova tutora. E a para a minha surpresa veio a resposta; “Acho que coisas estão conspirando a seu favor!” O resto da história todo mundo meio já sabe, né? Uma moça adotou o Super, desistiu, devolveu e ele veio para mim. Hoje ele se chama Elvis, é irmão e melhor amigo inseparável da Nalu e xodó da casa. 6tag-43575135-1143011208853594795_43575135
Elvis foi o primeiro cachorro que veio para minha família já adulto. Nunca saberemos ao certo quantos anos ele tem, nem o que passou antes de ser resgatado. Mas alguns comportamentos nos dão uma boa pista do que ele já viveu: sempre que chove forte, mesmo estando dentro de casa, ele se encolhe embaixo de uma cadeira ou mesa. Nos primeiros dias, quando passávamos perto dele com uma vassoura na mão, ele abaixava as orelhas e se afastava. Mas o mais tocante talvez seja; sempre que vamos passear, ele para em todo, todo, todo saco de lixo que cruzamos, tenta rasgar e enfiar o focinho procurando comida, e eu passo a mão em sua cabeça, puxo pela coleira e digo: “você não precisa mais fazer isso, meu bem…” @ericasuzumura, mãe do Super Elvis #historiadosuper

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